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A TI precisa ser valorizado na mesa do M&A

O M&A é uma aposta estratégica para o crescimento e fortalecimento das empresas no mercado, aumentando a competitividade, visando se destacar dos concorrentes e conquistar um público cada vez maior.

Além de planejar questões financeiras, a sinergia entre os processos e o período de transição, também é necessário avaliar pontos relacionados a TI, como a troca de informações e a integração dos sistemas. Nem sempre essa parte recebe a devida atenção e, no artigo de hoje, vamos mostrar qual é o papel da TI no sucesso dessas operações. Confira!

Por que não devemos nos esquecer da TI?

Apesar do planejamento minucioso, uma operação pode falhar por vários motivos, que vão desde a diligência insuficiente até diferenças na cultura da empresa. Uma causa potencial que muitas vezes é negligenciada é quando a TI é incorporada ao processo tarde demais, o que pode resultar em uma série de problemas no futuro.

A transformação digital atingiu todos os setores do mercado, e seu impacto é evidente nas operações comerciais. As empresas estão digitalizando e automatizando todas as suas cadeias de valor e processos para acelerar as operações, atender às demandas dos clientes, melhorar a economia de custos e a eficiência geral. Apesar disso, a TI muitas vezes é deixada de fora das conversas iniciais e, por vezes, não consegue um lugar à mesa. O impacto de não incluir em discussões estratégicas abrangentes pode ser caro, pois as peças de integração ficaram faltando.

A integração das tecnologias e sistemas é fundamental para concluir com sucesso um acordo, mas o processo de migração pode variar consideravelmente dependendo dos elementos presentes nos portfólios de TI envolvidos. Por exemplo, considere uma empresa interessada em adquirir um concorrente. O adquirente pode visualizar a M&A como uma oportunidade para aumentar significativamente sua participação de mercado, diversificar seu portfólio de produtos com novas adições, aumentar o reconhecimento da marca, expandir para novas regiões e otimizar os custos eliminando redundâncias nas operações de back-office. No entanto, se as organizações utilizarem diferentes sistemas de planejamento de recursos empresariais (ERP) ou possuírem modelos operacionais de TI muito distintos, isso exigirá um plano de integração complexo para migrar e alinhar progressivamente os sistemas durante a operação.

A importância desses sistemas é frequentemente negligenciada até que o acordo seja fechado, deixando um cronograma muito apertado para iniciar o processo de integração. Os CIOs precisam agir rapidamente para integrar os novos funcionários, que por sua vez precisarão aprender novos processos e se adaptar a um ambiente de trabalho diferente.

É preciso incluir a TI o mais rápido possível

A M&A requer o gerenciamento de mudanças em todos os níveis, sendo essencial planejar a integração de TI desde o início para evitar riscos e desafios que possam levar um acordo ao fracasso.

O papel que a tecnologia desempenha nas negociações é cada vez mais crítico no mundo pós-pandemia. As organizações podem gerenciar com sucesso as mudanças em todo o processo de M&A utilizando a tecnologia para fazer a ponte entre diferentes sistemas.

Isso garante que a equipe tenha as ferramentas e o suporte certos para ser produtiva, e que os novos funcionários sejam introduzidos a novas ferramentas e processos por meio de sessões de integração bem elaboradas. Embora o processo de negociação de fusões e aquisições possa ser complexo, os líderes de negócios que integram a TI em todos os aspectos do processo estarão posicionando suas organizações para uma transição perfeita e para alcançar o crescimento dos negócios.

Mudanças necessitam expertise

O sucesso dos processos de M&A depende da celeridade, tanto do comprador e vendedor, além da complexidade do negócio em questão.

Na 3Capital, trabalhamos pelo interesse da maximização de valor dos negócios e reconhecemos que a integração bem feita é a chave para o sucesso das negociações.

Conte com uma equipe de especialistas juntamente do fundador, que acompanha cada passo, garantindo um serviço de qualidade e compromisso com resultados.

M&A e seu papel estratégico no cenário empresarial

As empresas adotam estratégias de fusões e aquisições (M&A) não apenas para impulsionar o crescimento e expandir sua participação no mercado, mas também para aproveitar novas tecnologias e soluções inovadoras. Essas iniciativas também visam melhorar a eficiência operacional, cortar despesas e atrair talentos especializados, sendo esses elementos cruciais para otimizar o desempenho e diversificar o portfólio empresarial.

O mercado brasileiro

A pandemia da Covid-19 acelerou a necessidade de uma rápida adaptação das companhias à digitalização e à eficiência operacional. Como resultado, as parcerias e alianças com startups, empresas de tecnologia e inovação aumentaram, impulsionando um significativo crescimento nas operações de fusões e aquisições (M&A) durante este período. Em 2021, o Brasil testemunhou números recordes em valor e volume de transações de M&A, impulsionados pelo cenário de taxas de juros historicamente baixas e alta liquidez global, resultado das medidas econômicas adotadas para garantir a continuidade das atividades empresariais durante a pandemia.

No entanto, a partir do final de 2021, a volatilidade no ambiente macroeconômico, juntamente com os novos desafios no ambiente global de negócios, como conflitos e barreiras comerciais entre as principais economias, interromperam o ciclo de alta liquidez. Isso, combinado com a tendência de aumento das taxas de juros, influenciou as decisões corporativas ao longo de 2022, resultando em uma redução no número de transações em comparação com o ano anterior. A prudência dos investidores persistiu até 2023, mantendo as transações de M&A abaixo dos níveis de 2021, mas gradualmente se aproximando dos padrões observados antes da pandemia.

É notável que, dentre as empresas participantes do estudo da Deloitte, 33% conduziram operações nos últimos cinco anos. Dessas, 64% têm planos de realizar novas fusões e aquisições até 2028, destacando o êxito das estratégias adotadas. Os líderes dessas organizações destacam que a busca por sinergias, expansão de mercado e eficiência operacional são os principais impulsionadores que os incentivam a investir em operações dessa natureza.

A importância das operações para esse cenário

Esses estudos oferecem uma clara indicação de que o sucesso para fusões e aquisições requer uma preparação meticulosa e uma execução estratégica. Os principais obstáculos apontados incluem as complexidades jurídicas e operacionais associadas a fusões e aquisições. Além disso, há uma preocupação destacada com a integração das culturas das empresas envolvidas e uma mensuração inadequada das sinergias.

Com os avanços do mercado, existem ferramentas cada vez mais modernas para auxiliar as empresas que ainda se sentem inseguras diante da complexidade de uma transação, a superarem a lacuna que as separa daquelas que já se beneficiam dessa importante ferramenta transformacional. Uma dessas ferramentas é o uso da tecnologia, com 61% das organizações já utilizando técnicas para extrair insights a partir de informações, conhecidas como “Analytics”, ou mesmo Inteligência Artificial (IA), para impulsionar suas operações.

Esteja acompanhado por quem entende do mercado

Se sua empresa planeja um M&A, merece a preparação adequada para ir ao mercado. Seja para venda ou capitalização, entre em contato conosco. Nosso Time de experts está à disposição para contribuir com a maximização de valor e preparação de sua empresa para uma transação de sucesso.

Middle Market: a importância da preparação para ir ao mercado

As empresas de médio porte, frequentemente chamadas de middle market, formam um segmento específico da economia do país. Apesar de não possuírem grandes reservas de capital, elas têm acesso a diversas oportunidades de crescimento e expansão, desempenhando um papel crucial no impulsionamento da economia global.

Em razão disso, esse modelo de negócio também enfrenta desafios únicos em comparação as outras empresas do mercado, necessitando de orientação e preparação específica para fechar bons negócios.

Middle Market no Brasil

O middle market é o segmento que abriga empresas de médio porte. No Brasil, o BNDES estabelece que empresas com faturamento entre R$ 4,8 milhões e R$ 300 milhões se enquadram nessa categoria.

Tradicionalmente, o critério principal tem sido o volume de receitas anuais. No entanto, recentemente, algumas instituições começaram a considerar o tamanho de uma empresa com base em seu patrimônio ou número de funcionários.

Por exemplo, o IBGE classifica como médias empresas as indústrias com 100 a 499 empregados, e os setores de comércio e serviços com 50 a 99 funcionários. Essas empresas desempenham um papel crucial na economia brasileira, sendo responsáveis por gerar um grande volume de empregos no país, especialmente em ocupações básicas e de menor qualificação.

Os desafios do mercado

Os desafios enfrentados por empresas médias começam justamente pela dificuldade enfrentada pela ausência de um padrão claro para classificar essas empresas.
Diferentemente dos segmentos de pequeno e grande porte, que possuem uma coesão significativa entre si, as empresas de médio porte enfrentam uma diminuição de sua influência no mercado.

Consequentemente, devido à sua menor influência de mercado, essas empresas têm menos oportunidades de obter investimentos de capital, dificultando o acesso ao financiamento por meio do mercado de capitais, como ocorre com as grandes empresas.

Portanto, as empresas de médio porte ficam dependentes de empréstimos e financiamentos bancários para viabilizar projetos e melhorias na produção.
Em resumo, as principais dificuldades enfrentadas por essas empresas incluem:

A importância da preparação de empresas médias

Na 3Capital Partners, compreendemos que empresas enfrentam uma série de desafios capazes de impactar seu desempenho e expansão. Seja diante da necessidade de expansão ou a demanda por implementar mudanças estratégicas, sabemos que essas situações demandam soluções ágeis e eficazes.

Diante dessas necessidades, nossos executivos estão prontos para assumir a liderança e conduzir tais iniciativas com eficiência e eficácia, baseado em três pilares:

  • Experiência Especializada: nossa equipe possui vasta experiência em diversos setores e contextos, garantindo o conhecimento essencial para lidar com os desafios mais exigentes com maestria.
  • Resposta Ágil: estamos preparados para agir prontamente, mobilizando os recursos certos para atender às demandas imediatas da sua empresa.
  • Resultados Comprovados: nosso foco reside em conquistar resultados tangíveis e mensuráveis, auxiliando as organizações a superar obstáculos e atingir seus objetivos estratégicos.

Se sua empresa está enfrentando desafios que demandam uma abordagem especializada e voltada para resultados, entre em contato conosco. Nossos especialistas estão à disposição para contribuir com o impulso ao sucesso da sua empresa, mesmo nos momentos mais desafiadores.

Turnaround: transformando desafios em oportunidades

No mundo dos negócios, é normal passar por desafios e crises. É nessas horas que contar com conhecimento especializado faz toda a diferença para virar o jogo com uma estratégia de turnaround. Como uma consultoria de ponta, estamos aqui para ajudar sua empresa a superar os momentos difíceis e transformar problemas em chances de melhorar e crescer.

Uma estratégia de retomada

Turnaround é um termo em inglês que significa ‘’dar a volta por cima’’, uma abordagem empresarial que visa reajustar ou reconduzir uma empresa ao curso que seguia antes de um desequilíbrio ocorrer.

Esse processo consiste em identificar, diagnosticar e implementar estratégias eficazes para revitalizar uma empresa que está enfrentando dificuldades financeiras, operacionais e/ou estratégicas.

Múltiplos aspectos da empresa são considerados, incluindo não apenas a parte financeira, mas também a operacional, comercial e de recursos humanos. Em resumo, durante o turnaround, é fundamental revisar todas as áreas-chave da organização, ajustando aquelas essenciais para enfrentar os desafios atuais e retomar o crescimento e expansão.

Processos necessários para a virada de chave

Para uma virada de chave, oferecemos uma ampla gama de soluções, adaptadas às necessidades específicas de cada cliente, que incluem:

  • Diagnóstico: uma análise abrangente da situação atual da sua empresa, identificando os principais problemas e oportunidades de melhoria.
  • Desenvolvimento de Estratégias: com base no diagnóstico, desenvolvemos estratégias sob medida para reestruturar, reorganizar e revitalizar a empresa, pensando em:
    • Foco na geração de caixa;
    • Adequação da estrutura organizacional;
    • Redução de despesas e custos;
    • Melhoria do perfil da dívida por meio de engenharia financeira adequada.
  • Implementação: nessa fase, o trabalho é realizado lado a lado com a equipe interna da empresa, para implementar as estratégias delineadas de forma eficaz, garantindo uma transição suave e resultados tangíveis.
  • Gestão de Mudanças: auxiliamos na gestão de mudanças organizacionais, garantindo que a equipe esteja alinhada e engajada ao processo de turnaround. Essa transição é realizada com base no empowerment — ou delegação de autoridade — visando manter a consistência do lucro e das melhorias implementadas.
  • Monitoramento: o trabalho não termina quando as mudanças são implementadas. Continuamos a monitorar o progresso e oferecer suporte contínuo para garantir sucesso sustentável a longo prazo, garantindo:
    • Melhoria da liquidez imediata e normalização das operações;
    • Redução de custos e despesas;
    • Melhoria do desempenho comercial;
    • Treinamento dos gestores e implementação de ferramentas e rotinas de gestão por indicadores.

É preciso contar com profissionais de excelência

Não importa quão desafiador seja o cenário para a sua organização, nosso time está preparado para fornecer o suporte e a orientação necessária para superar obstáculos e alcançar novos patamares de sucesso.a equipe de consultores 3Capital conta com associados experientes, que possuem o conhecimento e a experiência necessários para guiar sua empresa durante esse período crítico. Entre em contato conosco para saber como podemos ajudar a transformar o futuro da sua empresa!

Maximização de Valor Econômico Adicionado e suas práticas

Compreender o Valor Econômico Adicionado (EVA) é fundamental para gerir o desempenho corporativo de forma eficaz. O EVA é uma métrica que mostra a lucratividade real de uma empresa, considerando o custo do capital investido.

Valor Econômico Adicionado: o que é?

O EVA, abreviação de Economic Value-Added, é uma metodologia patenteada pela consultoria Stern Stuart. Sua finalidade é avaliar se as decisões dos gestores estão resultando em valor ao longo do tempo. Funciona como um indicador de desempenho empresarial crucial para medir o aumento de valor da empresa para seus acionistas.

Um dos principais propósitos, cuja metodologia se fundamenta em conceitos de administração financeira, é mostrar se uma empresa está verdadeiramente gerando valor para seus acionistas. Com base nesse aspecto, o indicador possibilita que executivos, acionistas e investidores avaliem com precisão se o capital investido em um determinado negócio está gerando retorno satisfatório.

Podemos afirmar que o EVA representa o valor econômico adicional gerado anualmente por uma empresa, resultante do lucro líquido obtido com suas operações.

Em outras palavras, o EVA é a diferença entre o retorno das operações sobre os ativos investidos e o custo total dos recursos empregados. Isso inclui tanto os recursos de terceiros quanto os próprios, ponderados pelos percentuais de participação nas fontes de recursos utilizadas para financiar esses ativos.

Os três pilares da maximização de valor

Para simplificar esse conceito, podemos destacar três principais fatores na composição do EVA:

Operação

  • Na operação, reflete-se o desempenho operacional da empresa, onde estão incluídas todas as métricas relacionadas diretamente à sua operação principal (atividade-fim ou objeto social). Isso abrange desde as receitas até os custos e despesas, incluindo depreciações e amortizações, incluindo no lucro operacional.

Capital Investido

  • Dentro do que é denominado Capital Investido, estão incluídos os indicadores que avaliam o desempenho das políticas de estoque, relacionamento com clientes e fornecedores, que constituem o Ciclo Financeiro (CF). Além disso, são considerados o giro do capital empregado na empresa e o próprio capital empregado nos bens essenciais para a operação da empresa, seja na sua existência atual ou em novos investimentos.

Estrutura Financeira

  • O custo médio do capital empregado na empresa é representado no vetor denominado Estrutura Financeira, também conhecido como Estrutura de Capital. Isso indica como o capital da empresa está distribuído entre Capital Próprio e Capital de Terceiros. Ao considerar a proporção dessas fontes de recursos com seus custos correspondentes, é calculado o Custo Médio de Capital ou WACC (Weighted Average Cost of Capital).

Em resumo, quanto maior o EVA gerado ao longo do tempo, maior será o valor da empresa em sua perenidade. Isso implica que a empresa terá recursos crescentes para cumprir suas obrigações com terceiros, proporcionar retornos mais atrativos aos acionistas e distribuir resultados aos colaboradores.

Esse conceito de excelente desempenho, combinado com os pilares de Propósito e Pessoas, gera valor para todos os stakeholders envolvidos.

Conte com a 3Capital nessa missão!

Aumentar o EVA é uma missão desafiadora que demanda um conhecimento profundo dos mecanismos financeiros e operacionais da empresa. Contudo, é um desafio que vale a pena enfrentar, pois qualquer melhora se reflete em uma valorização mais expressiva do negócio, conferindo-lhe uma vantagem competitiva e um futuro mais promissor.

Conte com uma equipe de profissionais que entende do assunto. Com mais de 30 anos de mercado, a equipe da 3Capital é referência quando se trata de gerar valor.

Entre em contato com a nossa equipe e saiba mais!

Advisory: a chave para gerar valor e fechar um bom negócio

No mundo empresarial, as fusões e aquisições (M&A) são fundamentais para empresas que almejam crescimento, ampliação de mercados e aumento da sua fatia no setor. Entretanto, o processo de M&A é intrincado e cheio de obstáculos, demandando expertise e uma abordagem estratégica. Ter um consultor especializado pode ser crucial para o êxito de uma transação.

Destravando desafios com Advisory M&A

Durante o processo de fusão ou aquisição, é normal enfrentar desafios que podem complicar ou até mesmo travar o negócio. Um especialista possui as habilidades e conhecimentos necessários para identificar e resolver esses problemas, mantendo o processo fluindo de maneira eficiente. Por exemplo, se uma empresa enfrenta questões de conformidade regulatória em uma aquisição internacional, um consultor experiente nesse tipo de transação pode oferecer direções precisas para superar esses desafios, garantindo que todos os requisitos legais sejam cumpridos.

No entanto, para além de mediar o processo burocrático por trás da procura por compradores e até mesmo da negociação, um Advisory tem a missão de gerar valor para sua empresa. Consequentemente, com maior organização e valor agregado, as oportunidades de negociação são maiores e também o poder de escolha do CEO.

Na consultoria de M&A, é importante destacarmos que o Advisory traz consigo uma valiosa bagagem em gestão empresarial. Essa experiência permite que compreendam não apenas os aspectos financeiros e jurídicos do negócio, mas também as implicações estratégicas e operacionais da transação. Essa visão abrangente é crucial para tomar decisões embasadas e potencializar o valor do empreendimento. Um consultor pode auxiliar a empresa a avaliar se uma determinada aquisição está alinhada com sua estratégia de longo prazo, considerando fatores como sinergias operacionais, integração de equipes e expansão geográfica.

Como funciona o trabalho do consultor

Na prática, o trabalho em torno de uma transação bem sucedida começa muito antes de identificar possíveis negócios. Um consultor pode agregar valor em diversos aspectos durante a negociação de uma empresa. Alguns deles são:

  • Orientação Estratégica: fornecendo insights estratégicos que capacitam a organização a tomar decisões mais sólidas e fundamentadas.
  • Redes de Contatos: os membros do conselho consultivo trazem vastas redes de contatos que abrem portas para oportunidades de negócios, parcerias e acesso a recursos valiosos.
  • Aconselhamento Especializado: orientação especializada em áreas-chave, poupando tempo e recursos que seriam gastos em consultorias externas.
  • Inovação e Diversidade de Perspectivas: a variedade de perspectivas dos membros externos promove a inovação e evita armadilhas de pensamento em grupo.
  • Melhor Tomada de Decisão: com orientação, a organização pode tomar decisões mais embasadas, resultando em melhorias financeiras e operacionais.
  • Desenvolvimento de Liderança: uma oportunidade de desenvolvimento de liderança para membros da equipe.

Entretanto, é crucial selecionar um consultor de M&A com cautela, considerando sua reputação, histórico de êxito, experiência no setor específico da empresa e habilidade para compreender suas necessidades e objetivos comerciais.

Ao optar pelo consultor adequado, as empresas podem aumentar significativamente suas chances de obter resultados positivos e bem-sucedidos em suas negociações, impulsionando assim seu crescimento e sucesso no mercado.

Conte com os conselheiros da 3Capital

Na 3Capital, o primeiro passo é compreender o cenário e os desafios enfrentados por empresários e investidores do middle market, bem como a estratégia de seus negócios. Alguns estão buscando um plano de sucessão, enquanto outros desejam vender sua empresa para um parceiro estratégico, investir em crescimento ou realizar aquisições de concorrentes para consolidar o mercado.

Estamos aqui para aconselhá-los e concretizar transações. Nossos sócios, com mais de 30 anos de experiência em negócios, possuem o domínio necessário para acompanhar nossos clientes de forma personalizada em cada projeto, garantindo que eles sejam realizados com sucesso e alcancem os resultados desejados.

Deixe sua empresa em boas mãos, entre em contato com nossa equipe e saiba mais: https://3capitalpartners.com.br/contato/

Por dentro do ESG: o impacto na conscientização sobre as mudanças climáticas

A conscientização sobre as mudanças climáticas

Tornou-se um ponto crucial na atuação do ESG dentro das empresas, para evitar mudanças ainda mais drásticas do que as que já acontecem e que impactam os negócios e sociedade de maneira irreversível. Esse tema surge como um norteador de ações mais conscientes por parte do mercado corporativo.

A conselheira de estratégia e negócios da 3Capital, Ana Paula Candeloro, é especialista em ESG e nos trouxe sua perspectiva sobre o tema, em um artigo exclusivo. Confira!

A importância e os desafios das práticas de ESG atualmente

No cenário global atual, a conscientização sobre as mudanças climáticas atingiu níveis sem precedentes. A necessidade urgente de endereçar essas questões ambientais levou ao surgimento de uma abordagem holística conhecida como ESG (Ambiental, Social e Governança).

Gosto de dizer que ESG é um framework (estratégia de solução) de comportamento empresarial e um balizador para a criação de novos produtos e serviços. São novos parâmetros que passam a integrar o processo decisório, transversalmente. Acredito fortemente que esses princípios devem estar no core business (atividade principal) das empresas.

Dito isso, as organizações estão, sim, reconhecendo cada vez mais a importância de incorporar considerações ambientais em suas operações. No escopo do ESG, a dimensão ambiental concentra-se em questões como:

  • Emissão de carbono;
  • Gestão de resíduos;
  • Eficiência energética;
  • Conservação de recursos naturais.

Muitas companhias estão adotando metas específicas de redução de emissões, investindo em tecnologias sustentáveis e revisando suas cadeias de suprimentos para minimizar o impacto ambiental.

Além disso, iniciativas de responsabilidade social corporativa (RSC) relacionadas ao meio ambiente tornaram-se parte integrante das estratégias de ESG. Empresas estão buscando parcerias com organizações ambientais, participando de projetos de reflorestamento e implementando práticas sustentáveis em suas operações diárias.

Embora a conscientização esteja crescendo, os desafios na incorporação efetiva das mudanças climáticas nas estratégias ESG ainda persistem. Um dos obstáculos fundamentais é a falta de padrões uniformes para relatórios. A diversidade nas métricas utilizadas pelas organizações dificulta a comparação e a avaliação transparente de suas iniciativas ambientais.

Outro desafio significativo é o custo associado à transição para práticas mais sustentáveis. Muitas empresas enfrentam dilemas financeiros ao tentar equilibrar os benefícios a longo prazo das práticas sustentáveis com as pressões financeiras imediatas. Essa tensão entre lucro e sustentabilidade continua a ser um ponto de atrito na adoção generalizada de estratégias ESG.

O capitalismo consciente

É aqui que entra também a mudança em direção a um sistema econômico mais sustentável: o capitalismo consciente. Em suma, a ideia por trás deste conceito é que os negócios sejam desenvolvidos para criar valor e bem-estar para todos os stakeholders de uma companhia e também para o planeta.

Esse valor, por sua vez, pode ser oferecido em diversas formas: cultural, ecológica, intelectual, emocional, ética, financeira, social, física e até espiritual.

É importante ressaltar que organizações conscientes não estão focadas apenas no lucro, mas definitivamente não o deixam de lado. No modelo proposto pelo capitalismo consciente, esse retorno financeiro se torna uma consequência do valor gerado à sociedade e ao meio ambiente, beneficiando todas as partes envolvidas no negócio.

Companhias adeptas do capitalismo consciente normalmente têm uma relação próxima e certa experiência com investimentos em iniciativas ESG, sendo o combate às mudanças climáticas um exemplo. Desta maneira, esse fenômeno acaba por influenciar a decisão de investidores conscientes. Empresas com práticas sustentáveis e resilientes às mudanças climáticas estão se tornando cada vez mais atraentes para os investidores, uma vez que demonstram uma compreensão eficaz dos riscos ambientais.

A crescente conscientização sobre os impactos financeiros das mudanças climáticas levou a uma maior demanda por fundos ESG e investimentos socialmente responsáveis. Essa tendência sugere que o mercado está respondendo às preocupações ambientais, posicionando os investimentos ESG como uma ferramenta-chave para impulsionar a transição para uma economia mais sustentável.

Dessa forma, os investidores estão cada vez mais atentos aos riscos climáticos em suas análises de portfólio. Essa avaliação tornou-se uma parte integral do seu processo de tomada de decisão, em que são considerados fatores como: exposição ao carbono, resiliência climática e políticas ambientais da empresa.

Nossa missão é gerar valor com consciência

A transparência nas divulgações relacionadas ao ESG tornou-se uma demanda crescente. A capacidade de uma organização de comunicar claramente suas práticas ambientais e de gestão de riscos climáticos tornou-se um fator determinante na atração de investimentos.

Notícias recentes sobre o fenômeno das mudanças climáticas também desempenham um papel crucial ao influenciar a percepção das empresas e investidores sobre a importância das práticas de ESG. Eventos extremos, relatórios científicos alarmantes e a pressão crescente da opinião pública podem servir como catalisadores para a ação corporativa.

Organizações que são destaque negativamente nas notícias devido a práticas ambientais insustentáveis podem enfrentar repercussões significativas, desde perdas financeiras até danos à reputação. Essa pressão externa pode ser um fator-chave para ‘convencer’ as empresas a repensarem e reforçarem suas estratégias de ESG, reconhecendo a importância de abordar as mudanças climáticas em um contexto global.

A conscientização global está moldando as decisões corporativas e financeiras em direção a um futuro mais sustentável. A 3Capital age como mediador nessas mudanças de paradigma e práticas empresariais e nas decisões de investimento, que inclusive estão se mostrando lucrativas. Podemos entender o ESG como o precursor dessa tendência, rumo ao desenvolvimento sustentável no mundo corporativo. Conte com nosso time de especialistas para trilhar esse caminho!

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Por dentro do ESG: os primeiros passos para implementar as práticas com Ana Paula Candeloro

A trajetória de Ana Paula Candeloro na área de ESG

Ana Paula Candeloro, advisory board na 3Capital, começou sua jornada na área de ESG em 2012, quando decidiu se aprofundar em negócios sustentáveis por meio de uma pós-graduação lato sensu em Cambridge. Essa experiência moldou seu caminho, levando a continuar seus estudos e iniciar um Mestrado de mais 2 anos. Ao retornar em 2015, após concluir os cursos, começou a implementar práticas sustentáveis em ambientes corporativos dentro do mercado financeiro, integrando-as ao compliance e gerenciamento de riscos.

Sua trajetória evoluiu em 2020, quando liderou mentorias de startups, mergulhando no empreendedorismo e inovação. Em 2023, sua saída do mercado financeiro levou-a a ressignificar a empresa que havia fundado em 2011, o Yiesia, consultoria com foco na aceleração de negócios sustentáveis. Além disso, tornou-se membro independente do Comitê de Riscos do Sicredi, focando em riscos socioambientais e climáticos. ‘’Todos esses lugares, que gosto de chamar de espaços potencializadores, me oferecem a oportunidade de colocar em prática tudo que aprendi ao longo dos últimos 12 anos.’’, diz Ana Paula sobre sua vasta experiência no mercado.

Isso culminou na incorporação do ESG estratégico à governança corporativa e nos trabalhos na 3Capital, onde atualmente exerce o papel de conselheira consultiva de estratégia e negócios.

Primeiros passos para implementar o ESG

‘’Com esse histórico, fico confortável em dizer que a importância das práticas de ESG para empresas, independentemente de seu porte, é indiscutível’’, diz a especialista. Essas práticas não apenas constroem reputação e confiança, mas também melhoram a eficiência operacional, reduzem riscos e contribuem para economias de longo prazo. Para pequenas empresas, adotar práticas ESG é uma vantagem competitiva, enquanto para grandes corporações é crucial devido ao impacto significativo que exercem na sociedade, no meio ambiente e na economia.

A implementação efetiva de práticas de ESG exige uma abordagem estratégica e sistemática. Os seguintes passos são fundamentais:

  • Comprometimento da alta direção: garantir o apoio e comprometimento da alta direção, integrando o ESG à cultura e estratégia da empresa;
  • Avaliação de impacto atual: realizar uma avaliação abrangente dos impactos ESG atuais, incluindo emissões de carbono, práticas de gestão de resíduos e diversidade;
  • Definição de objetivos e metas: estabelecer metas mensuráveis para melhorar o desempenho ESG, alinhadas com os objetivos gerais da empresa;
  • Integração na estratégia de negócios: incorporar metas e práticas ESG à estratégia de negócios, garantindo alinhamento com decisões corporativas;
  • Engajamento dos stakeholders: envolver e comunicar-se com stakeholders (partes interessadas) , incluindo funcionários, clientes e investidores, incorporando feedback durante a implementação;
  • Implementação de métricas e monitoramento: desenvolver métricas específicas para medir o progresso e estabelecer um sistema robusto de monitoramento;
  • Treinamento e conscientização: oferecer treinamento sobre práticas ESG e promover a conscientização na empresa;
  • Relatório transparente: desenvolver relatórios transparentes e acessíveis que comuniquem o desempenho ESG da empresa.

Treinamento e conscientização: oferecer treinamento sobre práticas ESG e promover a conscientização na empresa;
Relatório transparente: desenvolver relatórios transparentes e acessíveis que comuniquem o desempenho ESG da empresa.

A trajetória na área de ESG marca uma jornada significativa para as empresas, cujo sucesso está intrinsecamente ligado à efetiva participação de stakeholders, clientes e acionistas. A comunicação transparente emerge como um pilar fundamental nesse processo, construindo confiança, prestação de contas e engajamento efetivo.

Envolver seu público em suas iniciativas ESG não é uma missão tão difícil quanto parece. Isso pode ser feito principalmente por meio de uma comunicação transparente, diálogo proativo, programas educacionais, integração de princípios ESG nos produtos, participação em iniciativas comunitárias, solicitação regular de feedback, divulgação de desempenho financeiro e ESG, e incentivos para acionistas. Essa abordagem bidirecional não apenas fortalece a confiança, mas também demonstra um compromisso tangível com a responsabilidade social e ambiental, promovendo práticas sustentáveis e contribuindo para um impacto positivo na sociedade.

A abertura na comunicação não só fortalece laços, mas também atende às expectativas dos consumidores modernos, cada vez mais preocupados com práticas éticas. O alinhamento com objetivos de sustentabilidade e a mitigação de riscos de reputação são conquistados através dessa transparência, influenciando positivamente a cultura corporativa.

Conte com a 3Capital nessa missão!

A 3Capital destaca-se como consultoria essencial em todo esse percurso, contribuindo para a melhoria da imagem das empresas e aumento do seu valuation – valor da empresa. Seu papel abrange desde a geração de valor para produtos e serviços até o engajamento eficaz de stakeholders. Ao oferecer segurança psicológica, a empresa não apenas atrai talentos, mas também reduz o turnover (rotatividade de colaboradores), promovendo um ambiente operacional confiável.

A implementação de uma eficaz metodologia ESG requer a integração desses princípios na estratégia de negócios. Os critérios-chave para avaliar a qualidade de um programa ESG proporcionam uma visão abrangente do desempenho, adaptando-se às mudanças nas expectativas e no cenário regulatório.

No entanto, a mera implementação dessas medidas não é o suficiente; é essencial acompanhar sua evolução. Medir esse progresso ao longo do tempo demanda metas claras e indicadores de desempenho quantificáveis. Auditorias regulares, comparações com benchmarks (testes de desempenho), setoriais e feedback dos stakeholders são peças-chave nesse quebra-cabeça.

No âmbito financeiro, a consultoria não só protege contra contingências e riscos climáticos, mas também atrai investimentos e parcerias estratégicas. Sua abordagem visa não apenas à rentabilidade, competitividade e aumento de market share (quota de mercado), mas também à construção de um mundo melhor. Ao promover uma visão de longo prazo, a 3Capital impulsiona não apenas os resultados financeiros, mas também a contribuição positiva para a sociedade. Conte com Ana Paula Candeloro e toda a equipe 3Capital, nessa missão!

*Conteúdo exclusivo*

As melhores estratégias para se adequar a Inteligência Artificial

Adotar ferramentas de inteligência artificial para sua empresa significa contar com uma forma poderosa de impulsionar a eficiência operacional e desfrutar de diversos benefícios. No entanto, alcançar esses resultados não é tarefa tão simples quanto parece. Para tornar essa missão bem sucedida, é preciso tomar medidas estratégicas, especialmente por parte dos CEOs. Ao incorporar a IA, os líderes podem aproveitar ao máximo esse recurso, promovendo uma tomada de decisões mais estratégica para impulsionar o crescimento e a excelência corporativa.

IA e a liderança corporativa

Mais de 75% das empresas estão em busca da implementação de ferramentas de IA em suas operações*, e os motivos para isso são abundantes. Além da notável agilidade nas operações e da subsequente redução de custos associada a essa rapidez, os CEOs que dominarem essa tecnologia poderão acessar dados em tempo real sobre o negócio. Com isso, podem tomar decisões estratégicas embasadas em insights constantes colhidos a todo momento.

Em paralelo, as informações obtidas por meio da IA também podem ser aproveitadas para analisar as principais tendências do mercado e do setor de atuação da empresa. Isso permite a identificação de oportunidades que podem ser exploradas para aumentar a competitividade. Além disso, a IA auxilia na identificação de possíveis riscos, os quais podem ser mitigados por meio de um plano de ação preventivo.

Com vantagens tão evidentes, não é surpresa que 72% dos CEOs deem prioridade ao investimento em tecnologia de inteligência artificial para suas empresas, conforme revelado pelo relatório ‘’CEO Outlook 2023’’. A percepção extremamente positiva em relação a isso no ambiente corporativo persiste, mesmo diante dos desafios comuns enfrentados por aqueles que iniciam esse processo de incorporação.

A IA exige especializaçãoa

Embora nem todos os profissionais possuam o conhecimento necessário para lidar com essa tecnologia adequadamente, essa é uma das principais dificuldades enfrentadas neste processo. É fundamental capacitar as equipes para o uso dessa ferramenta, garantindo que compreendam seu funcionamento técnico, bem como sua aplicação ética e responsável. Tornando um catalisador para o crescimento empresarial, evitando possíveis impactos negativos.

O mesmo tipo de cuidado é crucial para os CEOs, que devem estar atentos ao tema, aprofundando seus estudos e participando de eventos e palestras. Esta abordagem permite compreender os impactos atuais e futuros que a inteligência artificial pode ter em suas empresas. O aprendizado contínuo, aliado à contratação e treinamento adequados das equipes, é essencial para todos desempenharem um papel transformador na incorporação da IA nos processos.

Embora a discussão sobre inteligência artificial no mercado não seja novidade, permanece como uma das tendências a serem seguidas pelas empresas, independentemente de seu tamanho ou setor. Existem diversas ferramentas robustas, rápidas e seguras que podem proporcionar benefícios internos significativos. Mas, a especialização para os CEOs ainda, sim, é a chave para as incorporarem corretamente e alcançar seus objetivos.

Em resumo, essa ferramenta não é um ”milagre” para otimizar empresas, mas sim, um processo contínuo de aprendizado, que não limita o sucesso apenas à incorporação da tecnologia em si. É necessário revisitar constantemente sua aplicação, avaliando se há espaço para melhorias, se está alinhada com os objetivos estabelecidos, se faz sentido expandi-la para outras áreas e, acima de tudo, considerar os prós e contras que sua implementação trará para a empresa e seus stakeholders.

Ter esse preparo aliado a consultores especializados é a estratégia certeira para alavancar empresas e auxiliar CEOs e líderes nesse processo. Conte com a 3Capital nessa missão!
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*Fonte: Fórum Econômico Mundial

Como ocorre a reorganização societária em um processo de M&A?

Quando uma empresa adquire ou se junta a outra, há a necessidade de fazer uma nova composição no quadro societário, afinal, estamos falando de organizações que passam a contar com novos acionistas e gestões que inevitavelmente precisarão passar por reformulações.

Além das fusões e aquisições, a reorganização societária nas empresas também acontece por outras razões e para diferentes finalidades estratégicas. Continue a leitura do artigo e saiba mais.

O que é uma reorganização societária?

Conceitualmente, a reorganização societária significa um ajuste no quadro acionário da empresa e é um procedimento muito comum no mercado corporativo, principalmente se levarmos em conta a constante necessidade de adaptação que as companhias precisam se submeter.

É praticamente impossível que o modelo de sociedade escolhido na abertura de um negócio perdure durante todo o seu funcionamento, seja por questões estratégicas, tributárias, entrada de novos sócios ou por aspectos de fortalecimento mercadológico.

Mas a reorganização societária não está relacionada apenas a uma modificação nos acionistas que detêm o seu controle. Ela também se refere a mudanças no regime de sociedade escolhido – como a migração de uma Sociedade Limitada para uma Sociedade Anônima, por exemplo.

Quais os principais motivos que levam a uma reorganização societária?

Todo e qualquer processo de reestruturação em uma empresa exige planejamento, ponderação e assertividade. Quando falamos em reorganização societária, não é diferente: independente da razão motivadora, é importante saber a hora certa e seguir todos os passos de forma ordenada.

Uma das situações em que essa reformulação é considerada está ligada a questões tributárias, no momento em que a organização verifica que modificar o regime de tributação pode implicar em uma economia real no pagamento de impostos.

Em outros casos, a reorganização societária passa a ser uma possibilidade quando duas empresas se juntam em busca de aprimorar a eficiência operacional, garantir uma maior vantagem competitiva, ampliar o poder de mercado e diversificar as fontes de receita.

No decorrer do funcionamento de uma companhia, também é comum que existam movimentações no quadro de sócios, o que, por si só, também demanda reconfigurações para adequar o tipo societário levando em conta os acionistas que passam a compor ou que encerram seus vínculos com o negócio.

Existem quantos tipos de reorganização societária?

Como pôde ser observado até aqui, são diversas as razões que levam a uma reestruturação societária, por isso, as modalidades para que ela ocorra em uma empresa também são mais de uma.

Essa reorganização pode ser feita por meio de uma fusão ou aquisição, quando as companhias envolvidas na operação de m&a encerram suas atividades e passam a compor um novo CNPJ.

Neste tipo de situação, o novo quadro societário passa a ser detentor dos patrimônios e, também, dos passivos das organizações participantes da transação. É imprescindível que o redesenho da composição acionária atenda a requisitos legais e seja submetido à aprovação dos devidos órgãos de regulação.

Outra modalidade ocorre quando há uma mudança no modelo de sociedade de uma empresa, a qual chamamos de Transformação. Apesar dessa modificação, o patrimônio e os sócios permanecem inalterados.

Quando uma companhia realiza a transação total ou parcial dos seus patrimônios para outra, temos um exemplo clássico de outra forma de realização societária: a cisão.

Existe também um formato cujo nome já diz tudo: a incorporação. Neste caso, há uma absorção completa de uma empresa por outra, havendo a extinção da organização que foi incorporada e a agregação dos ativos e patrimônios.

Reorganização societária nas fusões e aquisições: busque os parceiros certos.

Operações de m&a são complexas e exigem um acompanhamento minucioso em cada uma das etapas, desde a busca pelas melhores oportunidades até o processo de integração realizado no pós-aquisição – quando a reorganização societária se faz necessária.

Contar com a assessoria de empresas como a 3capital vai te ajudar em cada momento, reduzir riscos e tornar a concretização do negócio muito mais segura em todas as suas frentes.