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Maximização de Valor Econômico Adicionado e suas práticas

4 de março de 2024
Publicado por 3Capital Partners

Compreender o Valor Econômico Adicionado (EVA) é fundamental para gerir o desempenho corporativo de forma eficaz. O EVA é uma métrica que mostra a lucratividade real de uma empresa, considerando o custo do capital investido.

Valor Econômico Adicionado: o que é?

O EVA, abreviação de Economic Value-Added, é uma metodologia patenteada pela consultoria Stern Stuart. Sua finalidade é avaliar se as decisões dos gestores estão resultando em valor ao longo do tempo. Funciona como um indicador de desempenho empresarial crucial para medir o aumento de valor da empresa para seus acionistas.

Um dos principais propósitos, cuja metodologia se fundamenta em conceitos de administração financeira, é mostrar se uma empresa está verdadeiramente gerando valor para seus acionistas. Com base nesse aspecto, o indicador possibilita que executivos, acionistas e investidores avaliem com precisão se o capital investido em um determinado negócio está gerando retorno satisfatório.

Podemos afirmar que o EVA representa o valor econômico adicional gerado anualmente por uma empresa, resultante do lucro líquido obtido com suas operações.

Em outras palavras, o EVA é a diferença entre o retorno das operações sobre os ativos investidos e o custo total dos recursos empregados. Isso inclui tanto os recursos de terceiros quanto os próprios, ponderados pelos percentuais de participação nas fontes de recursos utilizadas para financiar esses ativos.

Os três pilares da maximização de valor

Para simplificar esse conceito, podemos destacar três principais fatores na composição do EVA:

Operação

  • Na operação, reflete-se o desempenho operacional da empresa, onde estão incluídas todas as métricas relacionadas diretamente à sua operação principal (atividade-fim ou objeto social). Isso abrange desde as receitas até os custos e despesas, incluindo depreciações e amortizações, incluindo no lucro operacional.

Capital Investido

  • Dentro do que é denominado Capital Investido, estão incluídos os indicadores que avaliam o desempenho das políticas de estoque, relacionamento com clientes e fornecedores, que constituem o Ciclo Financeiro (CF). Além disso, são considerados o giro do capital empregado na empresa e o próprio capital empregado nos bens essenciais para a operação da empresa, seja na sua existência atual ou em novos investimentos.

Estrutura Financeira

  • O custo médio do capital empregado na empresa é representado no vetor denominado Estrutura Financeira, também conhecido como Estrutura de Capital. Isso indica como o capital da empresa está distribuído entre Capital Próprio e Capital de Terceiros. Ao considerar a proporção dessas fontes de recursos com seus custos correspondentes, é calculado o Custo Médio de Capital ou WACC (Weighted Average Cost of Capital).

Em resumo, quanto maior o EVA gerado ao longo do tempo, maior será o valor da empresa em sua perenidade. Isso implica que a empresa terá recursos crescentes para cumprir suas obrigações com terceiros, proporcionar retornos mais atrativos aos acionistas e distribuir resultados aos colaboradores.

Esse conceito de excelente desempenho, combinado com os pilares de Propósito e Pessoas, gera valor para todos os stakeholders envolvidos.

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Aumentar o EVA é uma missão desafiadora que demanda um conhecimento profundo dos mecanismos financeiros e operacionais da empresa. Contudo, é um desafio que vale a pena enfrentar, pois qualquer melhora se reflete em uma valorização mais expressiva do negócio, conferindo-lhe uma vantagem competitiva e um futuro mais promissor.

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